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31.12.11

Love is music. ♥

Eu já devo ter comentado aqui o quanto eu amo covers. Eu acho eles incríveis e a versão que eles dão às músicas com suas vozes são, muitas vezes, melhores do que as originais.

Não me entendam mal, eu adoro as versões originais também, mas é que os covers possuem um talento não reconhecido e muitas pessoas possuem um preconceito com eles. Alguns dão sorte, outros não.Tem aqueles que são bons, outros nem tanto, mas não deixam de serem especiais. O fato é que alguém precisa ouvir essas belezinhas.

Separei para vocês alguns covers que são os meus favoritos. Espero que gostem.



30.12.11

A virada de tudo.

Ano novo, vida nova e, por favor, uma frase nova também.



Bonitos, assim como o natal, eu precisava escrever sobre o Ano novo. É um assunto interessante e não posso simplesmente esquecer dessa época importante que é a virada do ano. Porém, diferentemente do Natal - a época do tão querido papai noel, das musicas irritantes e do amor sem limite e enjoativo - eu amo o Ano novo. Não tem época mais empolgante do que essa, pelo menos pra mim. Mesmo com toda a tradição que existe em cima dela, assim como toda comemoração. Entendam uma coisa, bonitos. Nenhum ano é ruim, nenhum mesmo. 


Dois mil e onze está indo embora e dois mil e doze está chegando, então não me venham com a ladainha de que esperam que o ano que vem seja melhor do que o que passou. E sabem porque eu não aguento esse papo furado? Porque ninguém pára e pensa que quem faz alguma coisa valer a pena ou ser relativamente boa, somos nós mesmos.


Então, não existe ano ruim. Existem pessoas que não sabem transformar as coisas ruins em boas. O meu ano de dois mil e onze foi o mais cretino de todos que eu já vivi, mas não irei culpá-lo. Que culpa o ano teve se eu não fiz nada de bom para ele ser um ano maravilhoso em minha vida? Mas eu não posso chorar pelo leite derramado, não dá mais tempo. 


Só que eu também não quero ser hipócrita ao dizer que a vida de alguém floresce da noite para o dia ou melhor, a meia noite do dia trinta e um. Não, não, eu não quero ser esse tipo de pessoa otimista, até porque não nasci tão abençoada com o otimismo. 


É claro que todos os anos existem aqueles que fazem os seus pedidos, pulam as sete ondas, brincam de Restart com as roupas de baixo, usam pulseirinhas de cores que representam uma determinada coisa que querem muito no ano que vem ou o tão famoso beijo da meia noite que todo mundo adora, né? Existe toda essa coisa louca que as pessoas adoram se apegar, mas vou dizer uma coisa... Não vai funcionar. Não vai não, tô sendo sincera com vocês.


Não vai funcionar. Não vai mudar absolutamente nada à meia noite. Todo mundo acha que é assim? Fazer um pedido bagunçado e esperar que as coisas caiam do céu? Não, bonitos, não é assim. A sua vida no ano que vem só irá mudar se você fazer isso direitinho e com dedicação, sem desanimar. Não pode se apegar à virada do ano novo com toda a empolgação do mundo e esquecer dos próximos dias que virão. Os dias em que você vai ter que provar para você mesmo que pode e consegue correr atrás do que desejou.


Então, eu adoro o ano novo por causa disso. Por causa da energia que eu sinto todos os anos ao querer mudar a minha vida de alguma forma. E não me julguem não, eu sei que a maioria se perde no meio do caminho dias depois, assim como eu, mas e daí? Todo mundo se perde. Já é alguma coisa querer tentar.


Eu sempre fui muito voltada para a razão. Eu sempre me apeguei demais à ela e é por isso que eu acredito nessa de que as coisas só tomarão um rumo se você fazer algo para isso funcionar. Não adianta ser alegrinho, fofinho e desejar coisas boas e blá blá blá. Até porque isso irrita muita gente e ninguém é bom demais. Ninguém é cem por cento correto, vamos ser realistas. 


Porém, feliz é aquele que encontra a própria bondade, dependendo de como ela é transmitida e revelada. Se você vive de bem com você mesmo, de bem com a vida ou de bem com qualquer pessoa, é mais fácil conseguir aquilo que você tanto quer. É sempre mais fácil, mas assim fica sem graça. É como passar a fase no modo mais fácil do mundo. Imagine a vida como um jogo. Jogue ela no modo dificílimo. É complicado não é? Claro que sim, mas é bem mais emocionante. É bem mais gratificante quando terminamos o jogo com sucesso e cheio de pontos. 


Então, bonitos, não vamos fingir bondade e amor incondicional como no Natal. Ano que vem será um jogo enorme e complicado se você quiser correr riscos e quiser entrar de cabeça para conseguir tudo que desejou na virada. Não tenha medo não, é assim mesmo. Ninguém nunca disse que a vida é simples então dê um passo de cada vez, sem medo, sem pressa de mudar.


Chega de papo porque se vocês chegaram até o final desse texto enorme, vocês são vencedores. Um feliz ano novo à todos vocês, bonitos. ♥


Yasmin Back



26.12.11

Little things...

Não sei vocês, mas comigo é assim. Eu fico inquieta quando não consigo postar por aqui ou quando não tenho nenhuma inspiração ou ideia. Só que... Eu não quero falar sobre isso. Hoje eu quero falar de manias, coleções. Coisas bobas que, sinceramente, são importantes para alguém como eu.


Então, bonitos, quero compartilhar com vocês a minha mania "boba". 
Algumas pessoas possuem manias esquisitas, outras nem tanto. Já eu, por exemplo, adoro fazer coleção de canecas. Eu amo e possuo algumas que são tanto para uso quanto para enfeites.


Eu comecei a minha coleçãozinha no começo do ano passado e, desde então, tenho uma quantidade relativamente boa. Quem adora isso é mamãe, já que ela também gosta de canecas e sempre me presenteia com algumas. Então, tecnicamente, nós duas colecionamos. 


Separei algumas fotos de algumas só para vocês terem uma ideia: 


Não tenho muitas, até porque acidentes acontecem e eu acabei quebrando algumas. Confesso, me odiei muito no momento, mas pelo menos acabei encontrando desculpas para adquirir ainda mais essas belezinhas. (YEY!)

A maioria das que eu tenho, comprei. Não posso passar perto de algumas lojas que contenham canecas lindas. As minhas não chegam nem perto de algumas por aí, mas eu amo a minha coleçãosinha e fico toda feliz quando alguém me presenteia com algumas, lembrando do quanto eu adoro esse tipo de coisa.

Para quem se interessar, nesse site aqui tem uma mais linda que a outra. Me passaram o link há poucos dias e eu fiquei louquinha querendo todas!

Aproveitem! *-*


Yasmin Back

13.12.11

A comemoração esperada.


Eu poderia terminar o ano sem falar do natal, mas que espécie de pessoa eu seria se não comentasse sobre ele nem que fosse um tiquinho?
Eu já disse no meu twitter que adoro e ao mesmo tempo odeio o natal, porque na verdade ele é simplesmente tudo, menos o que supostamente deveria ser. 

Que espécie de natal é esse que não possui neve para fazer um bonéco e nem uma lareira quentinha para assar marshmallows ou chocolate quente para tomar perto da árvore de natal? E cadê o bom velhinho que desce pela chaminé? E meu Deus! Sumiram com a chaminé!  

Eu não tenho muito a acrescentar sobre isso, porque o meu natal nunca foi dos melhores e duvido muito que isso mude, porque natal é natal em qualquer lugar independente da cultura.

Quem vê eu falando assim, pensa que eu sou uma revoltada, uma espécie de Grinch ou só mais uma que só sabe reclamar do natal, mas gente espera aí... Não é isso não. É só que essa data é um pouquinho forçada, talvez mais do que as outras, e existe uma espécie de harmonia tão falsa no ar que só dura pelo menos um mês. Chega o ano novo, cadê a bondade? A solidariedade e aquele amor incondicional que todo mundo cultivou por um mês inteiro? É complicado porque Dezembro, querendo ou não, sempre virá repleto de musicas irritantes e pessoas que são forçadamente bondosas demais. E acho que todo mundo possui um pouquinho de Grinch dentro de si, que aliás é um dos meus filmes preferidos.


Mas sem querer ser a vadia da história que só sabe falar mal da época do bom velhinho, o natal tem o seu lado bom também. Como por exemplo, aquela época em que a família toda se junta e você acaba revendo algumas pessoas ou conhecendo algumas que você nem fazia ideia de que poderia ser o seu parente. Como aquela tia distante que sempre vem com o famoso e habitual clichê de dizer que te viu de fraldas. É terrível, mas são esses tipos de coisas que nos fazem rir. Tem também aquele primo distante que é muito chato e que você tem vontade de socar, mas que um dia, de alguma maneira, cultivou um pequeno amor quando vocês eram crianças. E a parte mais legal do natal são os presentes. Sim, os presentes.

Todos, absolutamente todos, esperam por um presente nessa época do ano. É a tradição receber alguma lembrancinha e é por isso que todo mundo fica se acotovelando, se empurrando e enchendo shoppings nessa época do ano para adquirir o que poderia ser adquirido em novembro ou até mesmo setembro, mas o ser humano é uma criatura desajeitada e sempre deixa tudo para a ultima hora. De qualquer maneira, ganhar presentes é bom e é claro que eu fico na espera do meu todos os anos. É como se o natal tivesse a desculpa perfeita para você pedir o que você quisesse, entende? "Eu quero um presente, porque é natal e isso me dá no direito de ganhar um!" Nem somos tão consumistas assim, é só um ponto de vista mesmo. 

Lembro-me do natal de 2009 em que passei assistindo junto com meus pais e minha melhor amiga tributo ao Michael Jackson, acreditem. Eu amo Michael Jackson, mas mesmo assim foi de longe o pior natal e ao mesmo tempo o melhor natal que eu tive. Por que? Bem, na hora foi uma merda estar em casa sem poder comemorar devidamente, mas depois se tornou algo engraçado porque não estávamos fazendo algo clichê como todo mundo e sim algo estúpido e diferente. E para falar a verdade, foi muito divertido e sempre irei me lembrar desse dia como sendo o pior/melhor natal que poderia ter.

Então bonitos, amem o natal e odeie ele também, porque ele possui os dois lados. Quando chegar o próximo ano e o seu natal for uma merda, pelo menos você vai se sentir bem em saber que nem sempre ele será perfeito, mas que um dia você poderá dizer que já teve a experiência de um péssimo e memorável natal.
A questão é que, talvez, a data não tenha nenhuma culpa. A culpa pode estar em nós, quem vai dizer?



Yasmin Back



8.12.11

O problema deles. O problema de todos.

Ei, você! É, você mesmo com essa pose de indiferente fingindo que não me conhece mais!


Não me olhe desse jeito, eu apenas queria dizer que você esqueceu o seu CD favorito lá em casa e é só por isso que resolvi falar com você, porque eu encontrei ele perdido no meio das minhas coisas... E eu pensei. Bem, eu pensei que você talvez fosse querer ele de volta, porque é exatamente como eu disse... É o seu favorito, eu bem me lembro.


Você falou sobre ele quando nos conhecemos e eu acabei confessando que ia adorar se você me emprestasse. Nós caminhamos, conversamos e tomamos aquele milk shake. E eu bem sei que você não gosta dessas porcarias, mas foi gentileza sua tomar um só para me fazer companhia. 


Se não me engano, usamos as musicas do CD em outras ocasiões importantes também, e então eu resolvi te avisar, porque eu não sei se você irá precisar dele em outras ocasiões. Vai que você sinta falta dele e queira passar por lá para buscá-lo sem hesitar... É seu, né.


Então... Como é que andam as coisas? Está tudo na paz? Sabe como é, eu ainda me preocupo com você. Já que estou falando disso, gostaria de saber se está tudo bem, mas se não quiser prolongar a conversa eu entendo perfeitamente. Ainda é estranho pra você também? Confesso, foi estranho no começo, mas estou levando numa boa agora. Estou muito bem. Achei que você deveria saber. 


Então... Você está bem agora? Porque eu me lembro, você queria as coisas diferentes e eu não esqueço das suas palavras porque afinal, é o que todo mundo quer, mas vamos mudar de assunto... Esses dias eu vi um filme e me lembrei de você. Tinha aquela trilha sonora ridícula que sempre criticamos e aqueles atores que são tão perfeitos que não nos conformamos com o fato de não estarem juntos na vida real. Pensando bem agora, para falar a verdade as músicas não eram tão ruins assim. Elas até que faziam sentido pra mim, eu não me lembro dos nomes, mas posso procurar depois e quem sabe te ligar para te dizer? Seria uma boa.


Então é isso, eu apenas queria falar sobre o CD. Não se esqueça dele, viu? Me liga e vamos marcar alguma coisa... Quem sabe tomar um daqueles milk shakes gordurosos, hã? Minha mãe vive perguntando de você, acredita? Pois é.


Você entende como funciona essas coisas... As pessoas se apegam e praticar o desapego é complicado, por isso não seria legal eu pegar o seu CD e nunca mais devolver. 
Então, antes que eu me esqueça... Uma coisa minha ficou com você e seria bacana da sua parte me fazer o favor de devolver também.


Minha autoestima. Lembra dela? Você a levou e me deixou sem nada, nem mesmo com vergonha na cara. Então vamos logo fazer essa troca de favores e devolver um para o outro o que nos pertence e seguir em frente.

Yasmin Back

7.12.11

Changes...

Uns dizem que mudanças são algo ruim, outros dizem que são algo bom. De qualquer maneira, mudanças são precisas em um determinado momento da nossa vida (Ou não).

Andei pensando nesses dias em fazer algumas mudanças por aqui. Uma pequena reforma. Não que eu não esteja feliz com meu blog, muito pelo contrário, sou muito feliz com ele, mas digamos que não é sempre que eu tenho paciência ou palavras para escrever. E eu sei que não devemos forçar nada, nem sempre estamos satisfeitos. Então tive a ideia de mudar um pouquinho a dinâmica por aqui e deixar as coisas um pouco mais naturais, alegres e quem sabe... Interessantes.

Decidi depois de pensar muito em fazer uma certa mistura de posts. Eu adoro escrever textos e falar sobre vários assuntos, sejam eles sobre mim ou sobre qualquer outra coisa. Escrever é uma das coisas ótimas que eu descobri sobre mim mesma, pois nunca imaginava que seria capaz de me interessar pela escrita.

Então resolvi misturar essas duas coisinhas: A vontade de escrever e mudar.
Irei de vez em quando fazer alguns posts mais pessoais. Sobre coisas que eu gosto, sobre os meus dias, minha vida, minha rotina... Quem sabe? Tenho várias ideias e quero colocá-las em prática. 

Isso será ótimo quando eu não estiver com tanta inspiração para falar sobre coisas mais sérias e espero que vocês não me julguem por isso, pois já vi tantos blogs por aí mudarem os seus estilos pelo menos umas cinco vezes desde que foram criados e eu não acho isso ruim. Acho ótimo, pois busco inspiração em muitos e admiro todos eles.

Sei que o blog é meu e eu posso fazer dele o que eu quiser sem precisar comunicar nada, mas entendam, eu quero e me acho no dever de dizer.
"Mas, Yasmin... Por que você não cria outro blog só para isso?" . Primeiramente, eu não quero. Não me interessa ter outro blog nesse momento e seria no mínimo um pouco trabalhoso cuidar de dois blogs. Como eu vivo dizendo, sempre enjoo fácil das coisas e eu já me peguei enjoando deste aqui há algum tempo atrás e eu não quero que isso aconteça com algum outro. Vamos com calma, uma coisa de cada vez.

É uma loucura e no mínimo uma ideia que talvez não possa dar certo, já que eu estou mudando a própria rotina que criei para o blog, mas entendam... É uma maneira de interagir e me aproximar. É uma maneira de acabar com o tédio, admito.

Então, bonitos... Aguardem.

Yasmin Back


5.12.11

Não faz muito sentido.


Tô insatisfeita. A verdade é que eu sou uma pessoa completamente insatisfeita; em vários sentidos. Não quero me aprofundar e nem falar muito sobre isso, mas quero apenas deixar claro que eu me canso fácil das coisas e isso, obviamente, não é algo muito bom porque eu também me canso das pessoas, mas isso é um assunto delicado que eu prefiro deixar para outro dia, quem sabe?


Não sei o que dizer, falar, pensar ou até mesmo agir. Sou indecisa e os mais velhos sempre me pedem para ter calma, mas eu sou tão jovem! Eu não sei bem o que seria calma, sou inquieta, mas estou disposta a entender e quem sabe obter...
Falo sobre muita coisa. Falo sobre isso, sobre aquilo, sobre Fulano e até mesmo o Ciclano entra na história. Pobre coitado, que mal ele fez? Possivelmente nenhum, mas eu gosto de falar.


Então, não adianta eu dizer que sou única e que estou sozinha nessa brincadeira de ser insatisfeita ou indecisa, seja lá o que isso possa significar ao decorrer da minha vida. O que me consola é que eu sei que tem muita gente pior por aí. Complexidade é o que não falta nesse mundo e eu sou só mais uma no meio nessa multidão. 


Todos acham que o problema da gente é querer desistir e começar a dificultar. É o excesso. É o susto. É praticamente tudo.
É querer ter uma vida diferente, é querer fazer algo ser diferente e não ter sucesso. Isso cansa, incomoda e e aí que a gente chega a conclusão da insatisfação. O problema é toda essa bobagem. E as coisas sérias também.
Entende o que eu quero dizer? Não? Tudo bem, não preciso que faça muito sentido, só que você acompanhe o meu raciocínio e concorde comigo no fim, porque eu sou assim. 


Então, vou dizer.. O problema não é querer aceitação em qualquer merdinha nessa vida e não saber como agir ao receber um "Não" como resposta. Isso é consequência, a gente aprende com o tempo. O problema mesmo está naquela sensação de insatisfação com nós mesmos e não com o que procuramos ou queremos da vida. Esse é o verdadeiro problema, porque se não soubermos lidar com o nós mesmos, não saberemos lidar com nada além disso.



Yasmin Back

3.12.11

Um post qualquer.

De pequenas coisas é feita a vida e eu, particularmente, acho isso ótimo.
Separei algumas fotos do meu Instagram - que é o meu aplicativo preferido no iPhone - para postar aqui. Dificilmente posto coisas tão pessoais minhas, mas achei interessante a ideia e também porque não ando tão inspirada para escrever os meus tão habituais textos. Inspiração é uma coisa incontrolável e é uma pena eu não tê-la sempre, mas é como eu e pelo menos metade da humanidade diz: Nem sempre podemos ter o que queremos.


Eu amo covers. Sim, eu amo e tem gente que possui um preconceito enorme com isso, mas olha... Existem tantos covers por aí que cantam tão bem e possuem um talento tão bonito. Às vezes, passo horas no YouTube procurando videos para assistir e me encantar ainda mais.

Diversas vezes peguei os áudios, pois a versão do cover me agradou mais do que a do original. Então, de qualquer maneira, separei esse vídeo para deixar por aqui.

Eu adoro ela e a acho uma fofura cantando. Heather Janssen possui uma das vozes mais lindas que eu já escutei e espero que vocês gostem. 
Então, fica a dica aí para quem quiser ouvir mais a voz dessa lindinha.

                          

Yasmin Back


14.11.11

Tudo de uma vez.

Olha, moço, vou te dizer a verdade. Tô é lotando minha vida com sacos cheios de muita coisa idiota e não lhe peço para entender a minha falta de humor, porque quando estou assim, dificilmente faço sentido ou possuo razão. 
É que tudo está uma grande merda molhada, entende? Uma coisa chata do caralho e eu simplesmente ando sem paciência para essas merdas.


Alguém sempre tem algo para falar, fofocar, e desculpe, é tudo muito insignificante. E quero é distância de gente assim. É cada papo idiota, cada conversa desnecessária que deveria descer descarga à baixo e ir direto para o esgoto. Ah, moço, to cansada, viu? E com motivos. 
Tô cheia das agonias, daquelas bem esquisitas que nos faz sentir um arrepio na espinha e pensar: "Que merda eu ando fazendo da minha vida?". Não é fácil não, moço. Não é fácil mesmo porque isso incomoda à beça, pois dia após dia vai acumulando cada vez mais.


Não sei quando foi que fiquei assim, demasiada estressada e aborrecida. Sem dar à mínima para certos assuntos e blábláblás de gente que só sabe atrasar a vida dos outros.
Olha, moço, só estou querendo aquela coisa lá. Você sabe, não sabe? Aquela coisa que todo mundo quer e que a gente sabe que não é fácil achar por ela não ter cor, cheiro ou sabor. Tô afim da felicidade e de paz de espirito. Ah, moço como eu desejo isso. 
Só que é complicado, ando com pouca disposição. E ter, fazer, ser, não é tão fácil assim, viu? Aprendi isso direitinho e foi difícil aceitar. Mas acho que é assim, quando a gente menos espera acontece.  É que no final a gente descobre que a alegria vem montada em uma tartaruga.


Não podemos ficar na espera sempre, mas aceitar que tudo tem seu tempo. A gente nasce e morre sem bem nenhum e devo me lembrar disso ao cobiçar qualquer tipo de coisa. Nem tudo é flores e não vejo problema nisso não, moço. Fase é fase e todos nós passamos por elas independente de qualquer situação, né? 
Então, vou ficar numa boa e aguardar a minha vez. Uma hora eu chego lá.


Yasmin Back

8.11.11

Permita-se.

"Cansei de quem gosta como se gostar fosse mais uma ferramenta de marketing. Gostar aos poucos, gostar analisando, gostar duas vezes por semana, gostar até as duas e dezoito. Cansei de gente que gosta como pensa que é certo gostar. Gostar é essa besta desenfreada mesmo. E não tem pensar. E arrepia o corpo inteiro, mas você não sabe se é defesa para recuar ou atacar. Eu eu gosto de você porque gostar não faz sentido.

Permita-se. Se você acha que no fundo mesmo, apesar de todas essas reuniões e palavras em inglês que só querem dizer que você não sabe o que está falando, o que importa é ter pra quem mostrar que saiu o arco-íris. Permita-se. Porque eu não quero que você tenha essa pressa ao ponto de ajudar com as próprias mãos. Eu quero que você sinta esse prazer que chega aos poucos. E mata tudo que há em volta. E explode os relógios. E chega aos poucos ainda que você ainda não saiba nem quem é pouco e nem quem é lento. Porque você morre. Se você prefere a vida quando se morre um pouco por alguém. Permita-se.

Eu não faço a menor idéia de como esperar você me querer. porque se eu esperar, talvez eu não te queira mais.

Eu não queria ir embora e esperar o dia seguinte. porque cansei dessa gente que manda ter mais calma. E me diz que sempre tem outro dia. E me diz que eu não posso esperar nada de ninguém. E me diz que eu preciso de uma camisa de força. Se você puder sofrer comigo a loucura que é estar vivo. se você puder passar a noite em claro comigo de tanta vontade de viver esse dia sem esperar o outro, se você puder esquecer a camisa de força e me enrroscar no seu corpo para que duas forças loucas tragam algum aquilibrio. Se você puder ser alguém de quem se espera algo, afinal, é uma grande mentira viver sozinho, permita-se. Eu só queria alguém pra vencer comigo esses dias terrivelmente chatos.”



- Tati Bernardi.



1.11.11

Cadê a doçura, menina?

Falando em coisas que acontecem... Nada tem me acontecido ultimamente a não ser as diversas reclamações que ando fazendo sobre mim mesma, minha vida e, é claro, minha maneira de ser.
Já parou para pensar que nunca estamos satisfeitos com nada? Já percebeu que alguém ou alguma coisa é sempre culpado pelo nosso tão habitual mal humor? 


Bom, eu sim. A maioria dos meus dias é baseado em irritações, chateações que não me acrescentam em nada. Muito pelo contrário, só me deixam mais amarga, azeda e chata.  Mas o que me acontece, é que minha vida anda em uma espécie de marasmo eterno, bem assim. 
Eu queria que acontecesse muitas coisas, mas enquanto nada muda eu permaneço aqui, deitada, sentada, largada em cantinho qualquer. 
Só que o grande problema disso tudo, minha gente, é que eu não quero e não devo me sentir largada e acomodada.


Percebi de uma maneira boba que nada será da maneira que eu espero que seja, por isso não posso me acomodar e nem me sentir irritada porque nada acontece. Descobri estupidamente ou sabiamente - como você preferir - que eu tenho que fazer algo acontecer.
Eu sei, eu sei. Isso é algo óbvio, mas sabe como é... Somos um pouco atrapalhados e a gente sempre acaba deixando algo passar, mas entendam... Antes tarde do que nunca.
Para entenderem melhor, irei explicar como cheguei à essa "sábia" descoberta.


Há alguns meses fiz uma viagem louca, maravilhosa e inesquecível junto com minhas primas até Angra dos Reis. Aquele tipo de viagem em que coisas boas e ruins acontecem, mas que depois se tornam engraçadas quando relembramos. 
A questão é que me peguei olhando as fotos que tiramos durante essa viagem e me bateu uma saudade enorme daquele lugar lindo e perfeito. Aquele paraíso.
Observando as fotos, fui invadida por uma sensação ótima de que aquela viagem foi uma das melhores que já tive. E remexendo as lembranças, acabei me dando conta de que existe coisas tão bonitas nessa vida e não são poucas. 




Lugares, pessoas, momentos, cada coisinha pequena que a gente deixa passar por irritações sem sentido. Esse mundão é tão lindo e a gente faz uma tempestade num copo d'água.
Acho que, para variar, é bom parar de reclamar um pouco, aproveitar mais os lugares, as pessoas e os momentos. Não há sentido ser amago o tempo inteiro, né? Todo mundo tem dias ruins, mas espera aí... Todos os dias? É impossível. 


Sou a favor de tentar tirar proveito da vida. Sou a favor de encurtar a distância, de diminuir a amargura e dar lugar à doçura. Sou a favor de tentar, por que não?
Todos temos o direito de manifestar nossa alegria, nossa tristeza ou o que quer que seja. Temos o direito à muita coisa. E temos, sem duvida alguma, o direito de querer ser alguém melhor e amar a vida tendo ela os dias bons e ruins.
Então me deixa porque eu estou afim de tentar. Eu posso e eu quero. 



-Yasmin Back.

26.10.11

Sacudindo e misturando palavras.

"O silêncio não era nem quietude nem calma, e não era paz. Pode alguém roubar a felicidade? Ou será que ela é apenas mais um infernal truque interno dos humanos?
A cada hora havia uma preocupação, ou para ser mais exata, uma paranóia.
Desconhecem a realidade de que uma nova versão do mesmo velho problema estará à sua espera no fim da viagem.  O fato de saber a resposta parecia não vir ao caso. Sabia, mas isso não queria dizer que tivesse de aceitar. Já era tarde demais para se dar ao trabalho de entender o que quer que fosse. "

12.10.11

Ao moço bonito.

Moço, é normal se sentir perdida e não ter vontade de nada? Com que frequência isso acontece? Vem cá… Isso tem cura, né? Olha, moço, me disseram uma vez que não é bom guardar as coisas por muito tempo, por isso preciso lhe dizer que estou inquieta. Estou com o coração inquieto, na verdade.

Sabe, é complicado descrever a sensação, mas posso afirmar que ela não me deixa confortável. 
Ando ansiando muito pelas coisas, mas pouca vontade tenho de ir buscá-las. Isso é triste, moço, porque me ensinaram desde cedo que precisamos correr atrás do que nos faz bem.
Deve ser por isso que nascemos com pernas para correr e não com asas para voar. Estamos mesmo fadados a permanecer com os pés nos chão, não é mesmo? É, eu sempre soube.

Moço, também ando um pouco triste, desanimada e desorientada. Algum tempo atrás eu achava que tudo poderia ser superado com um sorriso e com otimismo. Não era fácil, mas eu estava decidida a continuar assim. 
Ah, moço, a vida é tão injusta. Parece que o seu objetivo é nos derrubar para ver quem consegue se levantar. Quem se levantar ganha 10 pontos e assim segue o jogo. Ainda não encontrei nenhum vencedor, o que me deixa ainda mais preocupada.

Muita coisa anda acontecendo e eu não consigo acompanhar com tanta facilidade. Desisti de muitas coisas e agora estou presa à outras que me deixam assim, inquieta e preocupada. Será que meu caso é sério, moço?
É normal se sentir tão ruim assim? É normal se sentir privada de correr atrás daquilo que nos faz bem ou daquilo que irá nos curar? Tô precisando de uma resposta, moço, mas ninguém parece saber.

A boa noticia é que eu ainda tenho fé. E ela continua forte.  Assim como cada ideia bonita que acaba me roubando um sorriso. Todo mundo parece ter uma opinião e nem sempre são positivas. Nem sempre conseguem me confortar, por isso ando esperando alguma coisa da vida, mas ela insiste em querer fazer surpresa. 

Tenho uma mania desgraçada de deixar as coisas como são, quando é preciso fazer de tudo para mudar.  Ah, moço, eu apenas estou cansada. Estou cansada de esperar, cansada de querer, cansada de entender.
Acho que estou meio doente emocionalmente. Espero que não seja contagioso ou fatal. 

O que eu mais quero mesmo é viver uma coisa de cada vez, sem essa pressa que todo mundo cria em cima de mim. Eu não sei como é que tanto eu transborda. Não é possível que caiba tanto eu aqui fora. 
De todas as coisas, só quero saber umazinha, moço. Quando foi que nos tornamos tão desinteressados? Todo mundo se perde, eu sei, mas isso já virou rotina. Minha rotina.

A verdade, moço, é que não sabemos, não entendemos, não descobriremos nunca a razão de irmos do céu para o inferno em questão de segundos. 
Para simplificar. Quero palavras para acalmar.  


Yasmin Back

30.9.11

Changes.

"Quem não arrisca não petisca. Não há ação que não traga risco implícito, mas ninguém alcança o sucesso sem enfrentar o desafio que é viver." - Eugênio Mussak

De repente bateu aquela vontade de mudar, não só a aparência, o nome do blog, os móveis, mas dentro de mim. Eu sempre acreditei que as pessoas não mudam. Eu ainda acredito nisso, porque sinceramente ninguém muda de caráter de uma hora para outra. Ele se mantém intácto e eu acredito que existem apenas coisas mutáveis, coisas concertáveis...

Digamos que esse assunto não é lá muito fácil de ser explicado e compreendido. É assustador e é sempre o assunto que as pessoas evitam. Poucos gostam de mudanças, poucos são aqueles que se dão bem com elas. Eu particularmente sempre fui uma pessoa que adora as coisas como são, mas ultimamente aprendi a apreciar as mudanças. Ultimamente ando querendo fazê-las.

Ninguém se mantém a mesma pessoa sempre. Não somos mais as mesmas pessoas que eramos ontem.
O tempo passa sem piedade e com ele percebemos como tudo vai se perdendo para dar lugar às coisas novas que vão chegando aos pouquinhos.

Quem me conhece sabe que tudo de novo que eu começo a fazer acaba dando errado, por isso me mantenho em uma linha que não me permite mudar por medo de errar.
Eu sei, não foi tão de repente essa vontade de querer mudar. Eu venho pensando nisso há tanto tempo que comecei a somar as coisas boas e as ruins de acordo com essa vontade.

Eu nunca sei dizer quando é que as vontades nascem, mas sei dizer que elas começam a ficar visíveis e palpáveis diante de mim de acordo com o modo que vou vivendo minha vida. Eu percebi que mudar hábitos, móveis, pensamentos não fazem de mim uma pessoa instável. Mudar é bom, mudar é um modo de aprender a lidar com o que a vida nos dá.

Não deixarei de ser a pessoa com personalidade forte que eu realmente sou. É claro que eu devo me firmar em algo, mas eu sou tão jovem e pedir para eu ter paciência é algo fora de questão. Eu não possuo paciência. Eu tenho curiosidade. Curiosidade de saber o que as pessoas irão dizer quando notarem a diferença da pessoa que eu fui e a que estou me tornando.

Tenho curiosidade de saber se irei ser julgada por isso de uma maneira boa ou ruim. Tenho curiosidade de saber se isso é apenas mais uma das minhas teorias baratas ou se é algo bom que está para acontecer. 
A questão, colega, é que não devemos nos sentir presos só porque algum mané disse que mudar é algo incerto. Esse mané não está errado, é claro, mas o fato é que nunca saberemos se não experimentarmos. Se não arriscarmos. 

Apesar de criarmos a ideia de que somos sempre as mesmas pessoas, não quer dizer que realmente somos. Se quiser tirar a prova disso, pegue uma foto sua antiga e uma atual. Perceba a diferença, note como os traços mudaram, note como o tempo agiu sobre você, sobre sua vida, sobre suas atitudes e pensamentos.

Um garoto de 5 anos odeia garotas, assim como as garotas dessa idade os odeiam também. Após cinco anos, notamos a diferença nessas crianças e vemos como o interesse muda. Trocar a cor do cabelo, trocar a roupa, o carro, o velho pelo novo, o azul pelo rosa, uma cidade por outra... Tudo isso faz parte. 

Tudo isso é aceitável, mas quando o assunto é sobre nós e nossa maneira de pensar, as pessoas se acham no direito de apontar o dedo e dizer que você mudou e deixou de ser o que era, quando na verdade você apenas adquiriu mais personalidade e amadurecimento.

A questão é que não precisamos ser desvalorizados, julgados por mudar nossos pensamentos, opiniões. Não. Não é nada disso, colega. E o que me fez enchergar essas coisas, foi uma pequena frase do querido Mário Quintana:  "Não me envergonho de mudar de idéia, não me envergonho de pensar."

Isso me fez acreditar que eu não preciso me sentir sensurada por querer coisas novas, por querer ser qualquer coisa além do que eu ando sendo agora, pois acredito que isso tudo seja amadurecimento e que é isso que a vida nos obriga quando vamos crescendo. 

Crescer, mudar, pensar e agir. Nesse rítimo, sem pressa e sem medo. Mas com a certeza de que não preciso perder o meu ser nas mudanças.


Yasmin Back



21.9.11

Friendship

Hoje acordei, abri a janela e ao me virar olhei inconscientemente para o meu mural de fotos pregado na parede. Estava cheio. Tão cheio que as fotos estavam quase caindo.

Continuei observando, até que as fotos que tenho com meus amigos me chamaram a atenção. Bateu aquela nostalgia, aquela saudade e então fiquei com esse sentimento o resto do dia.

Amigos.

Quando pronunciamos essa palavra é automático a quantidade de pessoas que vem até a nossa mente. Na quantidade de personalidades que conhecemos.
É complicado escolher a dedo quantos amigos podemos realmente chamar de amigos. A verdade é que ficamos indecisos demais quando precisamos decidir se aquela pessoa é um amigo ou um simples colega.

Não se engane. Colegas e amigos são duas coisas completamente diferentes e é nesse momento que precisamos saber diferenciá-los.
Colega é aquele que você convive, mas que não tem tanta intimidade para compartilhar coisas importantes. Amigo, é aquele que você possui liberdade de ter muitas coisas e uma delas é compreensão quando nenhuma outra pessoa consegue te entender.

Dizem que bons amigos estão em falta e eu, que considero isso algo importante, acho que é a mais pura verdade. Ultimamente ando me questionando se possuo bons amigos ou se eu apenas preciso aceitar que os amigos mudam.

Sim, todos mudam. É inocência demais achar que uma pessoa será a mesma sempre. Que ela irá gostar das mesmas coisas pelo resto da vida. Se fosse assim, tudo seria no mínimo monótono, já que a vida, apesar de parecer parada, é feita de mudanças o tempo inteiro.

Além das mudanças, acredito que poucas coisas em uma relação de amizade precisam ser modificadas. Porque não precisamos de alguém que fique nos lembrando o quanto somos estúpidos. Precisamos de alguém que mesmo não concordando, nos apoie apesar de tudo.

"Não aceito, mas estou com você. Te apoio no que precisar."

São típicas palavras que nos fazem pensar que a outra pessoa está enxergando além do que nossos olhos enxergam. Alguém que sempre vai estar um passo da gente e, esses que observam de fora nossas atitudes estão sempre mais preparados para aquele conselho que irá nos fazer pensar.

Nem todo mundo é bom com conselhos. Ninguém é perfeito, assim como não existe amizade perfeita.
Mas além disso, existem pessoas que se esforçam e se importam com a gente. Que gritam, xingam e dizem coisas que precisamos ouvir para o nosso próprio bem.

É sempre bom ter alguém para se divertir, mas também é muito mais importante alguém que esteja com você nas horas ruins e não apenas nas boas. Alguém que não te abandone quando você mais precisar de um ombro para chorar, espernear, borrar a maquiagem e dizer que aquele cara que você achou que amava, partiu o seu coração em pedacinhos. 

Alguém que te acompanhe até na hora de não fazer "nada". Alguém que faça promessas com você, planos, sonhos, segredos e fofocas. Alguém que te abrace, te bata, te xingue, mas que no final diga: Eu te amo!

Amigo que é amigo não julga, não difama e nem se aproveita. Amigo que é amigo, não se importa se você é gordo ou magro. Alto ou baixo. Rico ou pobre.

Amizade é feita de confiança e aceitação. Amizade está aí para mostrar que existem pessoas boas no mundo que não querem nada em troca e que te amam exatamente como você é. Porém, as pessoas se aproveitam desse fato e não sabem como esse valor é importante na vida de alguém.

Vou te dizer... Quem não sabe ser amigo, pouco sabe da vida.

                                                                                                        Yasmin Back

9.9.11

Meme: 10 fotos

Olá, bonitos.
Eu vi este meme em alguns blogs por aí e achei super interessante. Não resisti e aqui estou eu fazendo o meu meme das 10 coisas que mais amo. Então, achei que seria legal compartilhar com vocês esse tipo de coisa e também para dar um ar mais alegre por aqui, já que esse não é o meu estilo de post. Mas não importa, variar um pouco é sempre bom.
Então vamos lá.


1. A menina que roubava livros.


"Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler."


Foi exatamente essa frase que me chamou atenção e então eu tive que parar e ler esta história. O livro é basicamente o amor da minha vida, sou completamente apaixonada por ele. Confesso que o blog e todas as minhas contas nas redes sociais perdidas por aí, são em homenagem à ele.
A história se passa na época da segunda guerra mundial (que por sinal é um dos meus temas preferidos). Liesel Meminger é a protagonista juntamente com a Morte que narra a história o tempo inteiro. Liesel saiu suficientemente viva de três ocasiões para que a Própria Morte parasse para contar sua história. Desde o início de sua vida na Rua Himmel em Molching uma cidadezinha próxima de Munique na Alemanha nazista, ela teve que se encontrar formas de se convencer do sentido de sua existência. 
Apaixonada pelas palavras sem nem ao menos conhecê-las direito, Liesel vai desenvolvendo uma certa obsessão por livros desde que trazia escondido na mala um único livro, "O manual do coveiro". Este foi o primeiro de vários livros que a garotinha roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
Não sei dizer o porque de eu ter me apaixonado por este livro, mas posso dizer que é sim o melhor livro que eu li em toda minha vida e confesso que morro de ciúmes dele. Já até perdi a conta de quantas vezes eu o li. 
Markus Zusak recebeu um dom fantástico de escrever e arrisco dizer que ninguém consegue encontrar as palavras como ele consegue. É simplesmente perfeito e encantador.






2. Séries de TV


Sou sem dúvida uma série maníaca. Já faz alguns anos que eu acompanho séries de TV. Entrei para esse mundo e acabei me conformando com o fato de que não é fácil abandoná-lo, até porque eu não pretendo fazer isso.
A primeira série que eu me apaixonei foi CSI Las Vegas. Foram bons tempos de série e ainda são, mas acabei perdendo o interesse conforme alguns atores que eu admirava foram abandonando a série, apesar disso ela tem um cantinho especial no meu coração. Depois de CSI vieram outras, até que eu me vi apaixonada por um médico, ranzinza, misantropo e completamente genial chamado Gregory House.
Quem acompanha essa série, entende muito bem como é fácil se apaixonar por ele. 
Eu me vi apaixonada não só pelo personagem, como também pelo ator e hoje, Hugh Laurie, é um dos meus maiores ídolos. É incrível como a gente pega um amor não só pelo personagem principal, mas por todo o elenco. Eu a acompanho há bastante tempo, vivo mais no mundo de House MD do que no meu próprio mundinho. Leio os spoilers, sei sobre cada passo da série desde os atores até os produtores. Então estou sempre por dentro do assunto.
Não sei, House MD se tornou minha série preferida e a minha alegria, já que não sei explicar como é bom assistir os episódios. É preciso muito amor






3. Café


Eu simplesmente amo. Assim mesmo sem saber o porquê. Café é uma das maravilhas desse mundo e pode parecer clichê até demais dizer que é apaixonado por ele, mas existe bebida melhor? Na minha opinião, não.
Viciei tanto em café que hoje em dia a pobre da cafeína não faz mais efeito no meu organismo. Adoro provar todos os tipos, mas os meus preferidos são o espresso e o capuccino.
Café é bom, café é bom demais. No inverno é uma delícia, no verão também. Não importa, eu simplesmente amo.






4. Xícaras


Já que vocês já sabem que eu amo café, já podem imaginar a coleção de xícaras que eu possuo. Eu tenho várias. De todos os tamanhos e cores. Amo todas elas e fico até com dó de usá-las.
É uma coisa estranha colecionar xícaras, mas eu acho super divertido, pois as pessoas até sabem como me presentear. São o meu xodózinho.






5. Fotografia.


Desde que eu me conheço por gente, amo fotografar. Quando eu era criança, mamãe dizia que eu vivia fazendo pose quando via uma máquina. Acho que é coisa de destino mesmo, já que eu recebi o dom da fotografia ou pelo menos é isso que todo mundo diz.
Eu amo fotografar. Amo mesmo o que faço e acredito que tenho talento. Não é como se você pudesse sair por aí fotografando tudo e se achar o profissional. Não, não é assim porque sei que existe uma grande variedade de estudo em cima dessa arte.
Eu acredito que você precisa gostar da coisa, precisa sentir em cada clique que aquilo dará uma boa fotografia. Não é algo que você simplesmente pode escolher, ou você tem o dom ou não tem. Na vida é assim que funciona.
Fotografia é uma das coisas mais lindas do mundo, são momentos capturados que depois de um tempo trazem uma nostalgia danada. É bom demais e tenho um orgulho enorme dessa arte.




6. Música


Raro é conhecer alguém que não goste, né? O que seria da vida sem música? O que seria de nós sem uma melodia para nos fazer chorar, sorrir, gritar, pular e cantar junto?
Ah, não seriamos nada. A vida seria triste demais.
Eu adoro musica, adoro mesmo e respeito todos os gostos.
Eu tenho os meus e não acho que fulano deveria ser recriminado só porque gosta de forró, rock, pop, reggae ou sei lá o quê.
É música. É o som da vida. Não tem essa de gosto bom ou ruim. Tem que saber respeitar e respeitando é o que vale.






7. Inverno


Ah como essa estação é clichê. Mas que saber? Eu não ligo.
Eu adoro o inverno. Adoro o frio, mas não gosto de sentir frio. Dá pra entender? Eu sei que é complicado.
A questão é que o inverno é uma das mais belas estações do ano. As pessoas ficam mais bonitas, os lugares, os sentimentos. Tudo fica mais profundo, mais intenso.
O inverno nos dá vontade de ficar em casa, tomar aquele cafézinho gostoso, abraçar quem a gente ama, ficar debaixo das cobertas e fazer um amor gostoso.
Olha, Brasil. Terra do sol, do verão, das praias e da curtição... O inverno é lindo, é maravilhoso. Vamos apreciar sua beleza sem discriminação.




8. Dormir


Eu sou nada mais, nada menos do que uma boa de uma dorminhóca. E acredito que nada seria sem uma boa noite de sono. Segundo especialistas, dormir faz bem então, por que discordar não é mesmo?
É uma das coisas que eu amo fazer e faço sem reclamar. Não gosto nem um pouco que interrompam o meu precioso descanso, por isso respeito os demais.
Faz bem ter uma vida equilibrada. E ter um sono tranquilo e controlado é melhor ainda.
Lembro-me da época em que tive problemas para dormir, foram dias e madrugadas difíceis, mas graças à Deus isso passou e então voltei a ser uma pessoa que dorme horas seguidas sem problemas.




9. Pet


Acredito, sem problema nenhum, que amor de bichinho de estimação é um dos mais sinceros dessa vida barata.
Tem coisa mais gostosa do que chegar em casa e ser recebida com tanto carinho assim de graça sem pedir nada em troca? Eu acho que não.
É muito bom ver aquele rabinho abanando para todos os lados, aquela correria com um simples brinquedo de pano, o olhar pidão de quem quer comer algo que não pode.
Eu amo minha cadelinha. A Bella é uma Shi Tzu de dois anos que é a coisinha mais linda da minha vida e que tenho um amor sem limites por ela.
É o meu "floquinho" como eu vivo chamando-a. Perto dela viro a Felícia e posso ver como ela se cansa de tanto que eu vivo apertando-a. Olhem só, tem como não amar essa coisinha gostosa? *-*




10. Pais


Se tem uma coisa que não se mede nessa vida, é amor de pai e mãe. A gente cresce e passa a vida inteira aprendendo que esses dois são as pessoas mais importantes do mundo.
E de fato são. Nos deram a vida, nos dão educação, nos dão amor incondicional e apoio o tempo inteiro. 
Nessa vida não existe gente perfeita, por isso acredito que não existam pais perfeitos, mas uma coisa eu tenho certeza... Ninguém nasce sabendo como ser pai e mãe.
Isso se aprende com a experiência então podemos reclamar, gritar, discutir com eles sempre, mas no final das contas não podemos culpá-los. Ninguém disse para eles como é que funciona essa coisa de criar os filhos.
Eu amo meus pais. Amo mesmo e agradeço cada dia por tê-los, pois tenho muito medo de perdê-los e sei que um dia os perderei, mas tenho que agradecer a cada dia por ser filha deles. Tenho orgulho. Orgulho mesmo.
Não tenho vergonha de dizer que ando de mãos dadas com minha mãe. Não tenho vergonha de dizer que ando abraçada com meu pai. Muito menos tenho vergonha de dizer que toda noite preciso dar um beijo em cada um antes de ir para cama.
Ninguém deveria ter vergonha desses "velhos", pois eles são os únicos capazes de perdoar cada burrada da gente. A cada passo nosso eles estão ali para nos segurar.
Mãe e pai são, sem dúvidas, nossa base.






PS: Estou ficando craque em postagens grandes. 

2.9.11

Sobre medos.

Eu não sei. Apenas senti necessidade de falar sobre isso. Medos.


Está para nascer uma criaturinha nessa vida malandra que não sinta medo de algo. Eu não irei mentir, não acredito nem um pouco quando enchem a boca e dizem: "Medo? Não sinto, não vejo, nem nunca soube o que é."


Ah, colega, você já viu sim. Já sentiu e sabe muito bem o que é.


O medo é aquela coisa que embrulha o seu estômago quando você não sabe como lidar com seus sentimentos. Medo é aquilo que você sente quando está prestes a perder alguém. Pode ser também aquele arrepio na espinha quando você vê filmes de terror, que por sinal está lotado dele.


Eu particularmente me considero uma pessoa medrosa. Sim, assumo com a cabeça erguida. 
Tenho medo de muita coisa, tenho medo até de mim. Da vida, das pessoas, dos acontecimentos e bizarramente morro de medo de palhaços. Acho até que existe um nome para esse tipo de coisa, uma coisa cientificamente comprovada. De qualquer forma, eu tenho medo, ah eu tenho sim.


Eu não sou de contar para as pessoas esse meu medo bizarro. Todos riem e acham engraçado, mas vou te dizer uma coisa: Não é. É apavorante e completamente horrorosa a sensação quando vejo um.
Não é como se eu entrasse em desespero quando vejo estampado em objetos, roupas ou sei lá o quê. Não. Não é isso. Eu tenho medo do palhaço, da pessoa vestida dele que se comporta com um amigo especial, sempre alegre, feliz e empolgado. Empolgado até demais.


Eu me forço a manter o controle, não é fácil, mas me seguro para não me desesperar. Respiro fundo quantas vezes forem precisas. Sei que a pessoa vestida talvez não tenha conhecimento dessa minha fobia, mas eu evito chegar perto. Não gosto nem de ver.


O que eu aprendi sobre meu medo? Aprendi o que todo mundo aprende. Devo enfrentá-lo, mas não possuo coragem. E isso é só o que acontece com pelo menos metade da humanidade. Somos tão medrosos, tão desmotivados. Temos aquela gigantesca palavrinha que gruda em nós como chiclete velho: "E se...". Nada.


Depois disso não vem nada além do fato de que muitos de nós nos escondemos atrás dos nossos medos e usamos eles como desculpa. Levantar, olhar na cara dele e dizer, "Ei! Eu posso com você!", é algo no mínimo difícil, mas não é impossível.


É muito fácil alguém lhe apontar o caminho te dizendo sempre que isso tudo que você sente não é nada demais. É bobagem, papo furado, coisa da sua cabeça. Mas me diz uma coisa, se é coisa da minha cabeça, por que somos tão cheios de medos? Se isso tudo é bobagem, por que carregamos tantos e sempre que tentamos superá-los, acabamos dando de cara com um muro, uma barreira?


Então, por que?


Talvez, só talvez, o medo seja aquilo que nos impede de cometermos tantos erros e ao mesmo tempo nos impede de fazer o certo. É o tipo de coisa louca, mas quer saber? É bom deixar como está. Anda funcionando assim, não é?


Com o tempo a gente descobre a resposta certa ou então viveremos com esse mistério até o fim. E saiba, colega, é preciso não ter medo, mas já que temos por que não assumir? É mais bonito, é mais digno.


Então me diz aí... qual o seu medo?


                                                                                                            - Yasmin Back